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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Dicas

Dica de sites para baixar vídeos sem instalação de software.

http://www.artilhariadigital.com/2010/07/5-sites-para-baixar-videos-do-youtube.html

sábado, 4 de junho de 2011

Blog ganha força como ferramenta de aprendizado para crianças



Retirado de http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/16539/blog-ganha-forca-como-ferramenta-de-aprendizado-para-criancas

Para especialistas, ter um blog ensina os pequenos a utilizar bem cedo ferramentas fundamentais da internet, além de ajudar na prática da escrita e no desenvolvimento de ideias

Fonte: Terra
Eles pensam que estão se divertindo, mas também estão aprendendo. Os blogueiros-mirins, que escrevem sobre desenhos animados, arte, animais e até moda, ganham muito mais do que conhecimento na sua área de interesse. Para especialistas, a prática ensina os pequenos a utilizar bem cedo ferramentas fundamentais da internet, além de ajudar na prática da escrita e no desenvolvimento de ideias, fundamentais no aprendizado das crianças.
A paulista Joana, 11 anos, pediu para o pai, o publicitário Gustavo Ziller, criar um blog para ela no final do ano passado. A ideia surgiu pela vontade de divulgar seus desenhos e pinturas. "Joana gosta muito de arte, de poesia e de música. Então, ela pediu pra eu criar um blog onde pudesse postar seus trabalhos", conta Ziller.
O blog Arte da Jojo se tornou um meio de incentivo à criatividade, e, principalmente, uma preparação para o seu futuro, avalia o pai. "Todas as crianças dessa geração vão estudar na faculdade em um ambiente quase 100% digital. Na medida certa, essas 'brincadeiras' ajudam qualquer criança que já está naturalmente inserida nesse meio", diz.
Além de estimular a criatividade, a pedagoga Patrícia Fonte, especialista em projetos dinâmicos, explica que a criação e atualização de um blog envolve pesquisa e interesse literário.

"Quando uma criança produz um texto para publicar no blog interage com outros autores, pesquisa sobre o tema e passa a conhecer diversos escritores e ilustradores. Assim, o interesse por obras literárias cresce, retomando e reinterpretando conceitos e práticas, o que amplia sua visão de mundo e isto é fundamental no processo de aprendizagem", afirma.
A escritora do livro Projetos Pedagógicos Dinâmicos: a paixão de educar e o desafio de inovar, afirma que mesmo cedo o blog pode ajudar na escolha profissional. "Ali serão revelados os temas que mais agradam e estimulam a criança para a leitura, pesquisa e produção textual".
É o caso de Isabela Leindecker, 12 anos, que escreve há dois anos no blog Coisa de Bela, o qual atualiza semanalmente com novidades e opiniões sobre o mundo da moda. Para a porto-alegrense, a prática melhorou seu desempenho escolar: "Eu aprendi a escrever muito melhor, e desenvolvo isso a cada dia que posto", conta, destacando que depois que virou blogueira também passou a ler mais. "Tenho que me manter atualizada para opinar", diz.
Para ela, a maior contribuição do site, que recebe milhares de visitantes diariamente, foi a percepção do que pretende fazer no vestibular.

"Eu amo escrever e fazer matérias, quero me tornar jornalista", afirma a aluna da 6º série. "Atualizo de duas a três vezes por semana. Mais do que isso vira obrigação e fica chato. Ainda sou muito nova e tenho que me concentrar na escola", fala.

A pedagoga Patrícia concorda com Isabela e afirma que é esse o principal cuidado que os pais devem ter: não deixar que a prática se torne um vício e sobrecarregue os pequenos. "Tudo em excesso atrapalha. A criança precisa de limite e orientação do adulto para que essa atividade não se torne uma obsessão, um vício, a única que lhe dá prazer", diz.
A psicóloga Deborah Dubner, de Itu (SP) conta que foi por se sentir sobrecarregado que o filho Danny, 11 anos, parou de escrever o blog Turma da Mônica Jovem, no qual fazia atualizações sobre os personagens de Mauricio de Souza e recebia mais de 10 mil acessos diários. Danny decidiu criar o espaço quando tinha somente 9 anos por pura curiosidade. Mas aos poucos, a atividade virou coisa séria.
"Chegou a um ponto que estava fazendo tanto sucesso que ele abriu vagas no blog para colaboradores e 100 pessoas se candidataram. Eu, que trabalho na área de RH, perguntei como ele escolheu, e ele me disse que mandou uma entrevista por e-mail e com os pré-selecionados teve um bate-papo no MSN. Ele selecionou 10 pessoas, entre desenhistas e moderadores", conta.
Porém, no final do ano passado Danny começou a perder o interesse e procurou a mãe para o ajudar na decisão de acabar ou não com o blog. "Ele me procurou e disse que estava se sentindo sobrecarregado e tinha perdido o interesse. Perguntou se eu ia ficar braba e eu expliquei que não. Dei a maior força, pois ele tem que fazer aquilo que é divertido para ele", fala.
No entanto, segundo Deborah, a experiência valeu a pena enquanto durou. "Eu não tenho a menor dúvida de que essa experiência do meu filho com o blog foi extremamente rica em termos de aprendizagem. Ele treinou a escrita, relacionamentos virtuais, feed-back (críticas e elogios de leitores), aprendeu a ler gráficos com as estatísticas de acesso, treinou o gerenciamento de uma equipe, atribuição de tarefas, supervisão e muito mais", conclui a mãe.
A pedagoga Patrícia aposta tanto na atividade como elemento educacional que encoraja a filha de 10 anos a inventar e atualizar blogs que a interessam.

"É importante os pais ficarem de olho, pois o interesse da criança muda muito rápido por ser uma fase de descoberta. A minha filha já criou diversos blogs de acordo com o que ela sente curiosidade, depois que perde ela para de escrever. Agora ela está interessada em animais, então inventou o blog Mundo dos Gatinhos", conta.
Para Patrícia o uso da ferramenta online deveria, inclusive, ser mais utilizada em sala de aula. "Os blogs devem ser usados com o objetivo de dar a palavra aos alunos, desenvolvendo sua criatividade e criticidade. Aulas, planos de trabalho, oficinas e pesquisas podem ser organizados no blog de trabalho da classe, tendo a vantagem de receber comentários e sugestões, trocando experiências com alunos de outros estados e realidades diferentes". 

terça-feira, 1 de março de 2011

Instituto Claro - Educar para Empreender e Empreender para Educar

Twitter para ensinar literatura

11 FEVEREIRO 2011
Um dos maiores desafios que os educadores encontram para levar as TICs para a sala de aula está em aliar conteúdos curriculares ao uso pedagógico das ferramentas digitais. Uma experiência realizada no colégio Hugo Sarmento, em São Paulo, é um bom exemplo.

Trata-se de uma oficina que deve ser repetida neste ano, quando o Concretismo voltar a ser trabalhado em sala de aula. Ao ensinar técnicas narrativas e poesia deste movimento artístico para alunos da sétima série, o professor Tiago Salles usa o Twitter (@hs_micro_contos) para apresentar as possibilidades de construção dos textos curtos.











Na experiência mais recente, Salles organizou, com a diretoria do colégio particular, uma oficina de microcontos para o Twitter, ou seja, histórias com começo, meio e fim narradas com os 140 caracteres. Ele conta que a recepção dos alunos foi excelente: “No começo, eles se sentiram desestimulados, achavam que não seriam capazes de realizar as atividades propostas”.

No entanto, com o decorrer da oficina, foram se adaptando, e a percepção da turma sobre a rede de microblogs mudou. “Muitos achavam o Twitter algo inútil e passaram a olhar a ferramenta de outra maneira, eles ficaram instigados”, diz. Salles conta também que a ideia veio de diversas inspirações, como a obra Dois Palitos do autor Samir Mesquita e de oficinas literárias das quais participou.



Confira algumas dicas para usar o Twitter em sala de aula

Salles afirma que algumas dificuldades do projeto podem ser facilmente dribladas. A partir das experiências contadas pelo educador, preparamos um guia rápido para auxiliar o professor. Confira:

1- Antes de se arriscar a escrever no Twitter, o professor pode criar um quadro com 140 quadrados e praticar de forma lúdica com os alunos as possibilidades proporcionadas pelo espaço. Como o tema da aula era poesia concreta, Salles explica que esse quadro lúdico -que pode ser montado com cartolina, papel ou mesmo em um quadro- permite ao aluno explorar diversas possibilidades narrativas e poéticas, a partir de referências do professor.

2- Grande companheiro dos adolescentes, o SMS também pode ser utilizado nesse contexto. O professor estimula exercícios narrativos através dessa ferramenta, convidando os alunos a escreverem mensagens com começo, meio e fim com poucos caracteres para os amigos, discutindo as técnicas utilizadas em sala de aula.

3- Salles destaca que boa parte do sucesso da iniciativa se deve ao fato de os alunos do colégio já estarem habituados a ferramentas online, como blogs e podcasts, que podem ser utilizadas de diversas maneiras. O professor pode contextualizar, no decorrer da oficina, algumas dessas possibilidades (A cartilha Tecnologias na escola, coproduzida pelo Instituto Claro, traz dicas de utilização de diversas ferramentas).

4- Mesmo trabalhando o conteúdo das disciplinas de forma atrelada à exploração de ferramenta, deve-se estimular os alunos a produzirem seus conteúdos, e a avaliação dos trabalhos é parte importante para que todos percebam os resultados do uso dos recursos digitais no processo de aprendizagem.







terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Tecnologia só ajuda quando o modelo de aprendizado muda', diz executivo

Em entrevista ao Estadão.edu, Michael Stevenson, da Cisco, defende implantação de tecnologia e mudanças em sala de aula

21 de fevereiro de 2011 | 11h 04

Carolina Stanisci - Estadão.edu
O vice-presidente global de Educação da Cisco, Michael Stevenson, esteve na semana passada no Brasil para conversar com gestores de faculdades e apresentar no País o ambiente educacional, com ferramentas tecnológicas, da empresa. O grupo sonda algumas faculdades e escolas, em grandes cidades brasileiras, para implantar projetos de tecnologia educacional. Veja abaixo os principais trechos da entrevista, em que ele defende uma mudança dos espaços de sala de aula e acha desnecessário que cada aluno tenha seu próprio computador, mas todos devem estar, o tempo todo, conectados.

Quanto a Cisco investe em tecnologia educacional no mundo?
Eu imagino, que nos últimos dois anos investimos entre US$ 2 milhões e US$ 3 milhões no desenvolvimento do ambiente de aprendizado da Cisco.E é provável que a gente invista 3 ou 4 vezes esse valor em nossas tecnologias de aprendizagem ao longo dos próximos anos. É um investimento crescente. O que mais fazemos é pegar a tecnologia que está sendo desenvolvida para uso geral e fazer versões dela para educação. Mas, acho, nos últimos 10 anos, construímos uma rede acadêmica. Agora temos mais ou menos um milhão de learners (usuários) do programa pelo mundo. Chamamos de "a maior classe do mundo".

Você comentou, em sua apresentação no Brasil, que nunca devemos "começar pela tecnologia". O que quer dizer com isso?
O sistema deve ter um foco grande para fornecer aos jovens aprendizes as habilidades do século 21. Habilidades, como, por exemplo, resolver problemas muito complicados. Não sozinho, mas trabalhando em grupo, em que cada membro dá uma contribuição muito específica. Para oferecer essas habilidades aos estudantes, você tem que redesenhar o processo de ensino e aprendizado. Provavelmente, tem que mudar o esquema de um professor em frente à classe falando a 30 jovens atrás de carteiras para pequenos grupos de aprendizes trabalhando em difíceis e excitantes projetos. Por exemplo, entendendo como doenças genéticas são transmitidas. Para isso, eles têm que usar seu conhecimento em biologia, matemática, ética, história. Se você quer ver esse tipo de aprendizado, também precisa redesenhar o acesso a essas habilidades e treinar os professores. Aí, só então, a tecnologia poderá ajudar. A tecnologia tem que apoiar a visão certa para o aprendizado do século 21. Senão, é só ratificar velhos modos de fazer as coisas.

O que acha da política de fornecer em sala de aula um computador por aluno? O governo brasileiro investe nisso. E, indo mais longe - qual seria o tipo de sala de aula ideal para você?
Vamos falar primeiro sobre o espaço. É improvável que o espaço que melhor suporta um grupo de pessoas jovens trabalhando em um projeto multidisciplinar, durante muitas semanas, seja uma sala de aula tradicional. É muito mais provável que o espaço seja formado por pequenos grupos, trabalhando em colaboração - pode ser um espaço grande, pode ser um espaço pequeno. É bom ser confortável, com cadeiras e sofás. Mas, sobre a tecnologia: nós não acreditamos realmente que cada criança precisa ter um computador. Acreditamos na "onipresença da conectividade". Sempre que um aluno estiver na escola, talvez na rua e certamente em casa, ele deve estar conectado. Eles precisam estar aptos a acessar a mídia que eles precisam. O importante é a qualidade da experiência. O fato de que estar sempre em um ambiente com internet é importante, mas não é importante que a criança tenha o mesmo tablet ou laptop de todas as outras crianças da sala.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Blog: um recurso de inúmeras possibilidades!!!

Faz um ano que me rendi ao uso do blog.
Conheci esse recurso em um cursinho na UERJ, mais especificamente o módulo 1 de informática educativa,  curso de extensão. Era complicado ter um blog. Pelo menos era o que eu achavam, lá pelo ano 2002, quando era necessário saber um pouco de HTML para posta uma simples foto.
O tempo foi passando e minha relação com a área tecnológica foi ampliada quando fiz o curso de Orientadora Tecnológica. Falávamos mais sobre o assunto, mas ainda assim não via relevância no seu uso
  Vieram os cursos de Mídias na Educação, Novas Tecnologias para o uso da matemática e por último o curso de Designer Instrucional pela UNIFEI. Ampliando o contato as tutorias em Informática na Educação II, disciplina do curso de Pedagogia (CEDERJ),  me fizeram debruçar sobre projetos de alunos, blogs pessoais, educacionais, blogs polêmicos criados como avaliação do conteúdo dos módulos do curso. Acabei criando um blog para esse fim. Logo depois surgiu a necessidade em postar outras oficinas. Surge esse blog.
E, agora no final do ano de 2009, emerge a vontade de voltar a escrever como Cristiane: uma mulher cheia de sonhos e histórias para contar...
Bem, passeando, lendo e escrevendo nessa rede, encontrei um blog muito bacana que com certeza irá complementar o material que tenho usado nas oficinas da escola em que trabalho como Orientadora Tecnológica: http://www.ferramentasblog.blogspot.com.
No ano passado o blog foi utilizado como recurso para que as turmas postassem todo o processo de elaboração e execução do tema central do projeto da escola, que era "O poder criativo do professor".  Os resultados foram bons para uma primeira vez e esse ano a dose irá se repetir.
Segue o material usado (slides e vídeo) e o vídeo que encontrei que fala sobre as parcerias na internet.


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